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06/01/2011

Uruguai da sinal verde para nova fábrica da Stora Enso

O governo do Uruguai autorizou à instalação de uma nova fábrica de celulose nas proximidades de Colônia do Sacramento, às margens do rio da Prata.

O governo do Uruguai autorizou à instalação de uma nova fábrica de celulose nas proximidades de Colônia do Sacramento, às margens do rio da Prata. A licença ambiental prévia foi dada no início desta semana e permite à empresa Montes del Plata- uma associação da sueco-finlandesa Stora Enso e da chilena Arauco, para construir sua unidade processadora de celulose num prazo de 48 meses a partir do começo das obras.

A companhia ainda não confirmou o investimento no Uruguai e afirma que estava à espera da licença para definir seus planos. De acordo com o governo local, o investimento seria de US$ 2 bilhões e a capacidade da nova fábrica seria de 1,3 milhão de toneladas por ano. Isso representa quase 20% a mais do que a fábrica de celulose da UPM (ex-Botnia), que gerou a chamada "guerra das papeleiras" com a Argentina, resolvida em 2010.

Manifestantes de Gualeguaychú, cidade argentina na Província de Entre Ríos, bloquearam durante mais de três anos a ponte fronteiriça com o Uruguai por causa da fábrica instalada pela finlandesa Botnia do outro lado da divisa.

Além da Botnia, a espanhola Ence previa a instalação de outra fábrica no Uruguai. Devido à polêmica, a Ence desistiu do projeto e o vendeu para a joint venture entre a Stora Enso e a Arauco. Hoje a UPM, herdeira da Botnia, processa 1,1 milhão de toneladas de celulose por ano e representa 1% do PIB do país.

O novo projeto inclui, além do processamento da polpa de celulose de eucalipto, uma usina térmica para geração de energia a partir de biomassa (madeira) e um porto no rio da Prata. O porto permitirá o descarregamento de barcaças com madeira e o embarque de celulose, cuja produção será voltada para o mercado externo. O ministro uruguaio de Indústria, Energia e Mineração, Roberto Kreimerman, qualificou o projeto como um "megainvestimento" e disse que o objetivo do governo é que ele tenha "o máximo de valor agregado nacional". As autoridades locais ressaltam que as tecnologias empregadas, tanto na ex-Botnia quanto no projeto ainda em estudo, são modernas e rechaçam a acusação de que as fábricas contaminam as águas.


Fonte: Valor Econômico/Adaptado por Celulose Online



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