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13/12/2010

São Paulo terá megaencontro na área ambiental

Maiores cidades do mundo se reúnem para trocar experiências bem-sucedidas e influenciar os governos nacionais a adotar medidas de combate às mudanças climáticas.

Para Simon Reddy, os ônibus híbridos são uma tecnologia que pode se revelar promissora para resolver o problema dos transportes

Sob a batuta do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, representantes das cidades mais povoadas do mundo têm um encontro marcado em São Paulo entre 31 de maio e 2 de junho de 2011.

Será a primeira vez que a Cúpula de Prefeitos da Rede C-40, associação destinada a discutir o papel das municipalidades no combate às mudanças climáticas, ocorrerá em uma metrópole da América Latina.

Será também o primeiro grande evento de Bloomberg, recém-eleito presidente do grupo, que já anunciou a meta de reduzir em 30% a emissão de gases poluentes de sua cidade até 2030.

São Paulo concorreu como sede do megaencontro com cidades como Buenos Aires e Bogotá, mas saiu na frente pelo pioneirismo na aprovação da lei do clima municipal, o programa de inspeção veicular e de ampliação das áreas verdes. Além da capital paulista, participam do C-40, as cidades de Rio de Janeiro e Curitiba.

Troca de experiências

"O encontro do C-40 (Climate Leadership Group) serve como uma vitrine das experiências da rede e tem como objetivo o lançamento de programas conjuntos", diz Simon Reddy, diretor-executivo do grupo, que falou ao Brasil Econômico na semana passada, quando esteve em São Paulo para fechar o programa.

"Grandes cidades como Toronto, Jacarta, Londres, Joanesburgo, São Paulo e Nova York têm problemas semelhantes - trânsito congestionado, deficiências de transporte, saneamento, excesso de lixo. As soluções são mais ou menos as mesmas, adaptadas às originalidades de cada local. Por isso, dizemos que o município pode ser pioneiro, mas é mais rápido e eficiente ‘roubar' as tecnologias bem sucedidas de quem já teve a experiência."

Reddy dá como exemplo os ônibus híbridos, como o sistema BRT (Bus Rapid Transit), tecnologia que está sendo testada no Brasil dentro de um programa implementado com recursos da Iniciativa Clinton pelo Clima e do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). E a parceria com o Carbon Disclosure Project (CDP), que oferece às cidades um sistema para a informação de emissões de gases do efeito estufa e estratégias relacionadas ao clima.

"A ideia é estabelecer uma metodologia comum pela qual as cidades possam comparar suas emissões, reduzi-las e adotar estratégias para o futuro", diz .

Papel de liderança

No último encontro do C-40, que ocorreu em Seul, em 2009, os prefeitos das 40 cidades-membros e as 19 afiliadas assinaram uma declaração se comprometendo em estabelecer iniciativas que diminuam os efeitos do aquecimento global e identifiquem seu nível atual de emissões.

Ficou acertado ainda que as cidades devem assumir um papel de liderança nessa questão e influenciar os governos nacionais, até agora incapazes de estabelecer um acordo global de redução de emissões.

Nesse sentido, a prática de São Paulo se alinha ao pioneirismo de Nova York. A lei adotada pelo município estabelece como meta para 2012 a redução de 30% das emissões de gases de efeito estufa.

O inventário atual comprova que as maiores emissões decorrem do uso de energia (76,14%), seguido da disposição final de resíduos sólidos (emissões dos aterros sanitários).


Fonte: Brasil Econômico



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