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08/10/2010

Inpe registra 265,1 km² de desmatamento em agosto na Amazônia Legal

Se comparada com agosto de 2009, área devastada reduziu 47%. Nuvens cobriram 17% da região, prejudicando detecção de satélites.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou nesta sexta-feira (8) que detectou 265,1 km² de desmatamento na Amazônia Legal em agosto de 2010. A área equivale a cerca de 165 vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo, ou a quase 6 vezes o Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro.


Se comparado com agosto do ano passado, quando o sistema registrou 498 km² de devastação, o desmatamento na região foi reduzido em 47%. Segundo os novos dados do Inpe, a área detectada em agosto também é menor do que a de julho, mês com maior desmatamento registrado no ano, com 485,1 km².

O estado que apresentou maior área de desmatamento registrado em agosto foi o Pará, com 134,1 km². Mato Grosso aparece como o segundo mais desmatado, com 54,9 km², seguido por Rondônia (25,2 km²), Amazonas (26,4 km²), Maranhão (16,9 km²), Roraima (3,9 km²), Acre (2,2 km²) e Tocantins (1,5 km²).

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O instituto, sediado em São José dos Campos (SP), ressalta que em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução dos satélites, os dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) não representam medição exata do desmatamento mensal na região.

Em agosto de 2010, por exemplo, 17% da Amazônia Legal, que engloba os estados do Norte do país, mais o Mato Grosso e parte do Maranhão, esteve coberta por nuvens, impedindo a visualização por satélites.

A maior parte do Amapá e áreas do norte do Pará, de Roraima, do Maranhão e do leste do Amazonas e do Acre foram as mais afetadas pela cobertura de nuvens. Por conta da variação na cobertura de um mês a outro, o Inpe não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos.

Em operação desde 2004, o Deter foi criado para apoiar a fiscalização ambiental. Embora os dados sejam divulgados em relatórios mensais, seus resultados são enviados a cada quinzena ao Ibama, responsável por fiscalizar as áreas.

O sistema gera alertas para áreas de corte raso, quando os satélites detectam a completa retirada da floresta, e para degradação progressiva, quando há destruição parcial.


Fonte: Globo Amazônia



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