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30/06/2010

Cultura de Bacuri na Amazônia Ganha Manual Ampliado

De acordo com cientista da Embrapa, bacurizeiro está passando da fase extrativista para a fase domesticável e é importante estudar o processo em curso

O Manual de Manejo de Bacurizeiros teve sua segunda edição lançada no sábado, 26, durante a Frutal Amazônia Flor Pará, no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, em Belém. A publicação, revisada e ampliada, é produzida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e apoio de outras entidades.

Esta segunda edição – a primeira é de 2006, tem artigos sobre o bacurizeiro no contexto agroecológico de dois cientistas da Emater: o engenheiro agrônomo Celso Gibson, mestre em solo e produção de plantas, e o engenheiro agrônomo Kleber Perotes, mestre em Ciências Florestais e atual coordenador técnico da instituição. O Manual, cuja tiragem inicial é de mil exemplares, também estará disponível na biblioteca do escritório central, em Marituba.

A Emater vai destinar 300 exemplares a profissionais e agricultores. Além da publicação do Manual, a parceria entre as duas instituições quanto à cultura do bacuri já permitiu, desde 2006, a capacitação de 344 extensionistas, via 11 cursos. O bacuri, cuja produção é predominantemente extrativista, é uma atividade tradicional e rentável de agricultores familiares das regiões do nordeste paraense, Baixo Tocantins, e Marajó.

Alfredo Homma, engenheiro agrônomo da Embrapa, e também um dos autores do Manual, o bacurizeiro está passando da fase extrativista para a fase domesticável. "Estamos assistindo ao vivo esse processo – cuja história, quando é o caso de algumas outras frutíferas, se perdeu no tempo. Essa transição vem acontecendo também com o uxi, com o cupuaçu”, afirmou.

Segundo o engenheiro, essa é a razão pela qual as pesquisas se tornam mais relevantes ainda. “É importante que haja observação científica sobre os acontecimentos e que as tecnologias cheguem aos agricultores em tempo de se valorizar o bacurizeiro, que, no Pará, já foi muito derrubado para dele se retirar a madeira", disse Homma.

Kleber Perotes, engenheiro agrônomo da Emater, citou como a mais importante estratégia sobre bacurizeiro o manejo das reproduções naturais. "Normalmente, essas reproduções podem chegar a até 14 mil plantas. Com o manejo, em um primeiro momento deixam-se somente 200, para diminuir a competição entre as plantas. No primeiro ou no segundo ano, faz-se o desbaste e ficam 100, geralmente com espaçamento de 10 por 10 metros, entre plantas e entre linhas", detalhou.

Perotes também ressaltou que o Manual apresenta rigor científico associado a uma linguagem acessível, que o agricultor familiar comum pode entender com facilidade. Finalizou dizendo que “a Emater vem passando por um período de resgate do incentivo à produção científica institucional, com capacitações acadêmicas e investimentos no parque gráfico”. Segundo ele, inclusive, até agosto será oficializada uma nova Política Editorial da Empresa.

Popular na Amazônia

O bacuri é uma das frutas mais populares da região amazônica. Pouco maior que uma laranja, contém polpa agridoce rica em potássio, fósforo e cálcio, que é consumida diretamente ou utilizada na produção de sorvetes, sucos, geleias, licores e outras iguarias.

Sua casca também é aproveitada na culinária regional e o óleo extraído de suas sementes é usado como anti-inflamatório e cicatrizante na medicina popular e na indústria de cosméticos. O bacurizeiro, ou Platonia insignis (nome científico), pode atingir mais de 30 metros de altura e pode ser encontrado desde a Ilha de Marajó, na foz do rio Amazonas, até o Piauí, seguindo a costa do Pará e do Maranhão.


Fonte: D24am



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Comentário(s) (1)


eduardo hermano macedo disse:

08/11/2012 às 21:31

Quero maiores informaçoes sobre essa cultura qui na amozonia,tenho uma pequena oropriedade e que cuotivar essa especie,como devo coseguri as mudas?

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