Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/storage/7/ab/56/ciflorestas/public_html/controle/nuvemtags_gerar.php on line 16

Warning: max() [function.max]: Array must contain at least one element in /home/storage/7/ab/56/ciflorestas/public_html/controle/nuvemtags_gerar.php on line 53

Warning: min() [function.min]: Array must contain at least one element in /home/storage/7/ab/56/ciflorestas/public_html/controle/nuvemtags_gerar.php on line 55
CIFlorestas>>Notícia>>Preocupação Com 'Super Erva Daninha' Chega ao Brasil

Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


11/06/2010

Preocupação Com 'Super Erva Daninha' Chega ao Brasil

A preocupação com as ervas daninhas resistentes a um dos herbicidas mais usados na agricultura e que atualmente assombra os Estados Unidos chegou ao Brasil, onde já foram registradas 5 dessas plantas conhecidas como "super ervas daninhas", resistentes ao glifosato.

A região Sul do Brasil é a mais afetada, segundo Dionísio Grazieiro, pesquisador da Embrapa Soja, a estatal brasileira de pesquisa agrícola, e segundo ele é preciso agir rápido para evitar a disseminação entre as lavouras transgênicas resistentes ao herbicida antes que qualquer contramedida se torne ineficaz.

"A forma como usamos o glifosato é que acaba sendo o problema. Eu diria que a gente tem informações técnicas que permitem controlar o problema ou até evitar, mas lógico que se continuar como está vamos cada vez mais agravando o problema, de uma forma que pode não existir solução", explicou.

"O problema não está relacionado à soja transgênica, mas principalmente ao mau uso do produto (glifosato)", disse o pesquisador, citando, por exemplo, o fato de agricultores muitas vezes aplicarem porções do herbicida menores do que o recomendado.

Outro detalhe que muitas vezes não é observado é o momento ideal de realizar a aplicação de acordo com o tamanho da planta daninha.

Duas espécies da erva daninha chamada buva são as que mais preocupam, pois elas apresentam um nível bastante alto de infestação no Paraná e no Rio Grande do Sul, Estado pioneiro no uso de soja transgênica tolerante ao glifosato.

"É estimado que pelo menos metade das regiões está contaminada com essa planta daninha nessas áreas", disse Grazieiro, explicando que ela ainda aparece pouco na região central do país, para onde tem sido levada principalmente através do uso de colheitadeiras.

As outras plantas já registradas no país são a digitária insularis, que atravessou a fronteira do Paraguai e já é identificada no oeste do Paraná; o azevém, encontrado na região central do Paraná e no Rio Grande do Sul; e o amendoim bravo, que tem baixo nível de resistência a aparece no Rio Grande do Sul.

"Nenhum herbicida provoca resistência, o que a gente entende é que o indivíduo resistente já existe no campo. A resistência passa a se destacar porque você mata as suscetíveis (ao glifosato)", explicou Grazieiro.

"Por isso a gente recomenda um sistema de produção, a rotação de cultura, que não se faça monocultura".

Perdas

Segundo o pesquisador, as perdas de produtividade dependem da infestação já que cada espécie pode ser mais ou menos agressiva, mas em média os números giram em torno de 40%. Entretanto, pode até mesmo chegar a uma perda praticamente total da lavoura.

"Não posso culpar o agricultor. Às vezes eu tenho a informação mas o agricultor luta constantemente contra a questão econômica, a sobrevivência. Ele não consegue enxergar no médio, longo prazo, então entra num sistema de monocultura."

Somente nos Estados Unidos, especialistas estimam que as ervas daninhas resistentes ao glifosato infestaram quase 11 milhões de acres até agora. Mais de 130 tipos delas apresentam algum nível de resistência a herbicidas em mais de 40 estados americanos.

A Monsanto, empresa que desenvolveu a soja, o milho e o algodão transgênicos tolerantes a glifosato, já afirmou inclusive que vai reestruturar seus produtos em um esforço para ajudar a combater a disseminação dessas ervas daninhas.

Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), em 2009 o volume de herbicidas vendidos no Brasil foi de 430 milhões de litros, ou US$ 2,5 bilhões, sendo 280 milhões de litros apenas de glifosato.

A expectativa da entidade para este ano é de uma alta de 5% tanto em valor quanto em volume para os defensivos em geral, mas a tendência é de que as vendas de glifosato cresçam acima das de outros herbicidas.


Fonte: Brasil Econômico



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

17/10/2019 às 04:18

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para celulose?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


3497 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey