Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


11/02/2010

Silviculture-se

Neste início de 2010, novos cenários podem ser vislumbrados para a silvicultura brasileira nos próximos anos.

Neste início de 2010, novos cenários podem ser vislumbrados para a silvicultura brasileira nos próximos anos. Sinalizar com precisão matemática é quase impossível, mas tendências que repetem histórias do passado permitem algumas conclusões: i) parte significativa da expansão da silvicultura se dará por conta da agressiva participação das Timos: esse interesse de investidores externos deverá provocar a curiosidade e o interesse de investidores brasileiros: portanto, a expansão vai se dar com gente nova e com novos valores. Dificilmente escaparemos das discussões sobre custos e produtividade. Problemas de sempre, mas aferidos com instrumentos tecnológicos, sem paixão, de muita precisão e nível de tolerância quase zero; ii) vão aumentar as dificuldades para programas de fomento em algumas regiões, principalmente naquelas em que as empresas que fomentavam deixaram seus parceiros por conta do departamento jurídico: um verdadeiro tiro no pé que terá alto custo para uma inevitável aproximação; iii) o buraco gerado pela crise não foi coberto e ,com certeza, vai faltar madeira e o preço, a médio prazo, deverá subir bem acima das conservadoras previsões anteriores: esse quadro vai se tornando cada vez mais grave, quanto mais demorar a reação pós-crise; iv) a silvicultura nas novas fronteiras vai reviver problemas antigos e solucionados nas regiões tradicionais: nem sempre a receita conhecida dará resultado e atenção especial será demandada para a seleção de material genético, nutrição, espaçamentos, etc. Vai valer muito a experiência do silvicultor de nariz queimado e de bota suja de barro: mosca branca nessas condições em que se exigem soluções para ontem; vi) os problemas burocráticos oriundos da complexa legislação dos estados, nas novas fronteiras, deverão ser agravados pelo aumento da demanda e falta de estrutura dos órgãos estaduais . A novidade deverá gerar muitas oportunidades, mas cuidado especial deverá ser tomado com os oportunistas. 

Para mais informações clique aqui.


Fonte: Nelson B. Leite, em www.painelflorestal.com.br.



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

24/04/2019 às 03:54

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para carvão?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


3281 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey