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22/01/2010

Brasil se Consolida Como o Quarto Maior Fabricante de Celulose

A indústria brasileira de celulose se beneficiou do fechamento de capacidades no hemisfério Norte para se consolidar como a quarta maior fabricante mundial do insumo. Se no começo de 2009 a prioridade do setor para o período de crise era permanecer à frente de Suécia e Finlândia, ultrapassadas pelo Brasil no ano anterior, o decorrer do ano e os números da produção mundial afastaram essa preocupação.

 A indústria brasileira de celulose se beneficiou do fechamento de capacidades no hemisfério Norte para se consolidar como a quarta maior fabricante mundial do insumo. Se no começo de 2009 a prioridade do setor para o período de crise era permanecer à frente de Suécia e Finlândia, ultrapassadas pelo Brasil no ano anterior, o decorrer do ano e os números da produção mundial afastaram essa preocupação. "Os países do hemisfério Norte tiveram queda (no volume produzido) superior a 10% ou 15% em 2009, enquanto o Brasil cresceu 6% no período", afirma a presidente executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), Elizabeth de Carvalhaes.

A entidade, explica Elizabeth, ainda não recebeu os dados de produção dos países escandinavos referentes a 2009, mas as projeções indicam que a diferença a favor do Brasil pode ficar entre 12% e 15% do total fabricado. O Brasil encerrou 2009 com produção total de 13,461 milhões de toneladas, recorde histórico para o setor, enquanto que a produção da Suécia, quinta no levantamento mundial, deve ficar levemente acima de 11 milhões de toneladas anuais.

Após se consolidar na quarta posição do ranking, o Brasil deve se distanciar gradativamente dos concorrentes europeus e começar a buscar uma posição entre os três maiores do setor, em disputa direta com canadenses e chineses o líder é os Estados Unidos, com produção quase quatro vezes maior do que a brasileira. "A China deixou de comprar dos europeus e ampliou as vendas do Brasil", afirmou Elizabeth, citando apenas uma das razões pelas quais a nova prioridade brasileira deve ser alcançar Canadá e China, esquecendo assim os europeus. Outras razões são a baixa produtividade de algumas fábricas escandinavas e a elevação de custos de produção nesses países, que dependem da importação de madeira russa.


Fonte: Jornal do Comércio citado por Painel Florestal



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