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03/11/2008

Produção de Carvão Vegetal em MS Pode Parar

Em busca de soluções para amenizar os impactos causados pela crise econômica mundial no setor de siderurgia a carvão vegetal, o presidente do Sindicato das Indústrias e dos Produtores de Carvão Vegetal de Mato Grosso do Sul (Sindicarv), Marcos Brito e o representante do Sindicato das Indústrias de Ferro de Minas Gerais (Sindifer), Luiz Eduardo Furiati Lopes, se reuniram na manhã desta sexta-feira (31), em Campo Grande (MS)

Em busca de soluções para amenizar os impactos causados pela crise econômica mundial no setor de siderurgia a carvão vegetal, o presidente do Sindicato das Indústrias e dos Produtores de Carvão Vegetal de Mato Grosso do Sul (Sindicarv), Marcos Brito e o representante do Sindicato das Indústrias de Ferro de Minas Gerais (Sindifer), Luiz Eduardo Furiati Lopes, se reuniram na manhã desta sexta-feira (31), em Campo Grande (MS), com o superintendente de Administração Tributária da Secretaria de Fazenda do Estado, Gladiston Riekstins de Amorim.

Em discussão, a tentativa do setor em reavaliar a pauta fiscal, atualmente em R$ 184 por metro de carvão (mdc). A cadeia produtiva que corresponde a 5% da arrecadação do ICMS em Mato Grosso do Sul há pelo menos 40 dias registra freqüentes quedas no preço do carvão vegetal.

"Há menos de um mês e meio o carvão era vendido a R$ 200,00 por mdc, hoje seu valor não passa de R$ 100,00”, explica Marcos Brito. Segundo ele, a situação provocou impactos na demanda pelo produto. “Não estamos tendo mercado interno consumidor suficiente, por isso é necessário atender outros mercados”, ressalta. A maior preocupação do setor é continuar produzindo e superar a crise.

Sem mercado para o ferro gusa, as siderúrgicas instaladas em Mato Grosso do Sul estão reduzindo a produção. A saída para os produtores de carvão vegetal pode estar em Minas Gerais.

“Mesmo com muitos alto-fornos paralisados, ainda existe uma certa demanda. No entanto, os custos para o carvão vegetal sul-matogrossense estão altos devido à pauta fiscal. Propomos ao governo a adequação da pauta de acordo com a realidade do mercado atual”, disse Furiati. Caso a proposta não seja aceita existe possibilidade da paralisação da atividade no Estado.

"A situação poderá acarretar problemas maiores como demissão em massa de trabalhadores, uma alta redução na produção e conseqüentemente, impactos na arrecadação do estado", alerta Brito.

O principal consumidor do ferro-gusa brasileiro é os Estados Unidos, um consumo correspondente a 75% da produção. Segundo Furiati, a crise no setor teve início quando as siderúrgicas americanas se encontraram completamente abastecidas, diminuindo a importação do ferro gusa. "Acreditamos que dentro de quatro meses o mercado voltará a se estabilizar", finaliza.

Eliane dos Santos


Fonte: Painel Florestal



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