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05/01/2010

Satélites Espiões Ajudam no Monitoramento Climático

A CIA está fornecendo dados de seus equipamentos de reconhecimento a um grupo de cientistas para que eles analisem os impactos das mudanças climáticas para o planeta e em especial para a segurança nacional norte-americana.

A Agência de Inteligência Central (CIA) está disponibilizando para membros selecionados da comunidade científica seus recursos e informações, incluindo imagens de satélites e outros meios de monitoramento, com o objetivo de prever melhor as conseqüências das mudanças climáticas.

Segundo o jornal New York Times, o programa, chamado de Medea (Measurements of Earth Data for Environmental Analysis, algo como Medidas de Dados Terrestres e Análises Ambientais), é na verdade a retomada de uma iniciativa dos anos 1990 que depois foi vetada pelo governo Bush.

As informações da CIA já estão sendo utilizadas, no ano passado cientistas tiveram acesso a imagens do Ártico obtidas por satélites de reconhecimento com o intuito de observar as alterações na região devido às mudanças climáticas.

“Para conseguir o mesmo nível de informações teríamos que enviar 500 pessoas para fazer essas observações. Simplesmente não seria possível. Esta iniciativa é muito importante economicamente e logisticamente” declarou ao New York Times o professor Norbert Untersteiner, da Universidade de Washington.

Cerca de 60 cientistas, a maioria acadêmicos, porém alguns ligados a indústrias e a agências federais norte-americanas terão acesso aos dados. Todos serão monitorados pela Academia Nacional de Ciências.

Para Ralph J. Cicerone, presidente da Academia, a iniciativa é uma oportunidade única de coletar dados do meio ambiente que de outra maneira seriam impossíveis de obter. Mas ele faz a ressalva de que o programa sempre estará sujeito aos humores da Casa Branca. “Seria tolice imaginar que esse tipo de inciativa dure 50 anos. Mas o potencial de coleta e análise dessas informações poderá continuar por um longo tempo.”

A CIA administra o programa e fornece acesso aos cientistas aos equipamentos de monitoramento, incluindo satélites espiões do Escritório Nacional de Reconhecimento.

Em novembro de 2009, um grupo de cientistas teria se encontrado com o diretor da CIA, Leon E. Panetta, que seria um grande entusiasta da parceria. “O Diretor Panetta acredita que é crucial que se examine as implicações para a segurança nacional de fenômenos como desertificação, aumento do nível dos oceanos e migrações populacionais”, afirmou a porta-voz da CIA, Paula Weiss.

Entre as primeiras responsabilidades dos cientistas está a analise dos potenciais projetos do Medea e selecionar quais têm maior chance de sucesso e dessa forma serem expandidos.

Existem críticas ao programa, algumas vindas de cientistas que não foram incluídos na iniciativa e outras de membros conservadores da política norte-americana.

“A CIA deveria estar preocupada em caçar terroristas, não espionar leões marinhos”, concluiu o senador republicano John Barrasso à agência de notícias UPI.


Fonte: CarbonoBrasil/Agências Internacionais



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