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06/06/2017

Instituto Ecofuturo leva vivência socioambiental estudantes da rede pública

Com investimento da Suzano Papel e Celulose, a iniciativa receberá na reserva cerca de 400 estudantes de escolas municipais de Mogi das Cruzes



O Ecofuturo, em parceria com a Escola Ambiental da Secretaria de Educação de Mogi das Cruzes e investimento da Suzano Papel e Celulose, iniciou esta semana os encontros para sensibilização e vivência socioambiental no Parque das Neblinas. Nesta etapa do Meu Ambiente, programa de educação socioambiental do Instituto, alunos de escolas da rede pública de Mogi das Cruzes visitam a reserva e participam de atividades educativas.

No local, os professores e monitores ambientais promovem o uso do ambiente natural como espaço educador e trabalham para desenvolver uma conexão maior das crianças com a natureza, a partir de atividades práticas que complementam o aprendizado teórico, realizado em sala de aula. Neste ano, 400 estudantes de escolas públicas do entorno da reserva participarão da iniciativa.

Michele Martins, responsável pelo Meu Ambiente no Instituto Ecofuturo, explica que a programação da de vivência é definida de acordo com o conteúdo trabalhado previamente pelos educadores e que o contato com a natureza ajuda a expandir e tangibilizar esse conhecimento. "O grande diferencial desse tipo de atividade é permitir que os professores percebam em seus alunos capacidades que muitas vezes não são notadas dentro da escola. É importante que as crianças vivenciem a natureza para que transformem sua forma de pensar e agir. Só cuidamos daquilo que conhecemos, por isso, é essencial aproximarmos, ou melhor, reconectarmos as pessoas ao espaço natural", afirma.

"A oportunidade de participar desse projeto possibilita explorar e aprender mais sobre um local tão próximo de nós e que as crianças pouco conhecem", conta Adriana Salvio, professora da EM Luiz de Oliveira Machado, que participa do programa este ano. "O contato direto com o bioma enriquece as práticas escolares e nos incita a querer saber cada vez mais. Trata-se de um avanço necessário e que fomenta discussões no âmbito escolar no sentido: o que tenho a ver com tudo isso? Faço parte desta história? Qual o meu papel de cidadão diante de toda essa imensidão? Sou parte do meio ambiente? Fazer parte de uma iniciativa como essa, a de adentrar uma floresta e sentir-se parte dela, de sentir seus cheiros, suas cores, seus sabores, e saber que minhas crianças, que nossas crianças, terão tudo isso em sua memória afetiva é uma ótima experiência", completa.

Para Angélica Bezerra, coordenadora da Escola Ambiental, o programa traz uma perspectiva de mudança de valores e preconiza os fundamentos da Educação Ambiental. "O projeto incentiva os professores na busca de competências e habilidades que promovam a consciência ambiental para os alunos e, a partir das atividades pré e pós vivência, estes aprendem sobre os principais aspectos do bioma Mata Atlântica, sua biodiversidade e importância para manutenção da vida. Na escola, o aluno dará sequência ao processo, complementando o que foi aprendido na prática. Isso é o que o programa oferece: conhecimentos acerca das questões ambientais, reflexões e sentimento de pertencimento", conclui.

A fase 2017 do programa Meu Ambiente teve início em abril, com o encontro de 14 educadores no Parque das Neblinas. Na ocasião, foram realizadas rodas de discussão, troca de conhecimento e reflexões sobre a importância do contato com a natureza e as oportunidades para o desenvolvimento de projetos multidisciplinares relacionados ao cuidado e contato com o meio ambiente.
Realizado desde 2010, o programa já envolveu 110 educadores e mais de 4.000 alunos de 36 escolas da região.


Fonte: Painel Florestal



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