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11/07/2016

Saiba qual é a interensidade ótima de poda em Eucalyptus dunnii para a produção de madeira livre de nós

Periódico Submetido à Revista Floresta. V.45, n.4, 2015

Reprodução Google
O Eucalytpus dunnii é uma espécie subtropical e tem seu cultivo indicado para regiões onde há ocorrência de geadas. Ocorre naturalmente na costa sudeste da Austrália, onde o clima é subtropical úmido. No planalto Sul do Brasil vem sendo amplamente cultivado em altitudes variando entre 500 e 1.000 m acima do nível do mar, por apresentar bom crescimento e moderada tolerância às geadas.
No Brasil, a madeira é atualmente utilizada no abastecimento de indústrias de celulose e na produção de carvão vegetal e chapas. Entretanto, o potencial para usos mais nobres de maior valor agregado é conhecido, embora algumas limitações tenham sido relatadas apesar de ser amplamente utilizado no mercado australiano de madeira sólida, particularmente para pisos, acabamentos internos e móveis.
Os professores doutores Mário Dobner Júnior e Rudi Arno Seitz realizaram um estudo que visa analisar o crescimento de indivíduos dominantes de E. dunnii submetidos a diferentes intensidades de poda.
A realização da poda é frequentemente questionada no que diz respeito aos reais benefícios econômicos. Por isso, quando há a intenção de fazê-la, é necessário otimizar a operação de forma a aumentar a sua eficiência desta. Uma recomendação comum é podar o maior segmento possível em uma única intervenção de forma a otimizar o deslocamento das equipes de trabalhadores. Sabe-se, porém, que uma remoção drástica dos galhos implica em perda da capacidade fotossintética das árvores e, consequentemente, redução do crescimento. Há, portanto, necessidade de se definir critérios para orientar decisões neste sentido.
Concluiu-se que são necessários no mínimo, 4 m de copa remanescente para que as árvores mantenham um incremento periódico anual acima de 4 cm (média anual durante o período de 17 a 37 meses). Ao ultrapassar este limite, são esperadas perdas na ordem de 50% do incremento em diâmetro.
 
Esse e outros trabalhos do Setor Florestal podem 
ser acessados na nossa Biblioteca Florestal Digital. 


Fonte: Mariana Barbosa - Polo de Excelência em Florestas



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19/08/2017 às 23:18

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