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24/08/2015

Parceria entre Brasil e Alemanha beneficia Estados do Mato Grosso, Pará e Rondônia

São acordos de cooperação técnica para a conservação florestal e a regularização ambiental de imóveis rurais na Amazônia e em áreas de transição para o Cerrado

Floresta Amazônica

Junto com Pará e Rondônia, Mato Grosso é um dos estados beneficiados com os acordos de cooperação técnica entre Brasil e a Alemanha para a conservação florestal e a regularização ambiental de imóveis rurais na Amazônia e em áreas de transição para o Cerrado. Ao todo, serão investidos mais de R$ 183 milhões (cerca de 50 milhões de euros), parte desse recurso atenderá 69 municípios mato-grossenses que estão na lista prioritária do grupo bancário KfW. Também foi assinado projeto entre os governos alemão e norueguês, para incrementar a cooperação técnica ao Fundo Amazônia.

Para a secretária de Estado de Meio Ambiente, Ana Luiza Peterlini, que participou da Conferência sobre Florestas, Clima e Biodiversidade semana passada, em Brasília, este é um momento importante para assegurar recursos internacionais para investir em programas importantes, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Programa de Regularização Ambiental (PRA), que integram o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). “Todas essas ações visam o combate ao desmatamento ilegal e o desenvolvimento sustentável dos estados que compõem a Amazônia Legal”, disse Peterlini.

Mato Grosso é exemplo para o país por ter reduzido nos últimos 10 anos (de 2006 a 2014) 5,2 milhões de hectares do desmatamento ilegal, mais de 50% do total entre os nove estados da Amazônia, o que evitou que 1,9 bilhões de toneladas de gás carbônico fossem lançados à atmosfera, reforçou a gestora. “Somos o terceiro maior território do país, 903 mil km² de área para fiscalizar, monitorar e implantar políticas públicas de proteção e manutenção dos recursos naturais e isso tudo custa caro. Por isso é importante a buscar novas formas de investimento que propiciem o desenvolvimento sustentável da região sem que isso seja pago exclusivamente pelo orçamento público”.

De acordo com a secretária-adjunta de Gestão Ambiental, Elaine Corsini, a fala do embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann, foi um importante estímulo para a continuação dos esforços na implantação dos programas que estão em andamento e que trazem inúmeros desafios à equipe técnica da Sema. Para Dirk, os resultados brasileiros na conservação ambiental, a partir da redução do desmatamento na Amazônia, têm um resultado impressionante. “O Brasil se tornou um modelo mundial em ações ambientais”.

Regularização ambiental

O Ministério do Meio Ambiente, a Caixa Econômica Federal e o KfW (Banco Alemão de Desenvolvimento) assinaram o contrato de contribuição financeira que viabilizará o Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais na Amazônia e em Áreas de Transição para o Cerrado. Com duração de quatro anos, a medida destinará mais de R$ 84 milhões (cerca de 23 milhões de euros) financiados pelo governo alemão para a cooperação.

A região contemplada é estratégica para o combate ao desmatamento e para a conservação da biodiversidade. O projeto apoiará o CAR dos imóveis de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais de Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, também serão promovidas ações de recuperação dos passivos ambientais das áreas de preservação permanente e de reserva legal encontradas dentro desses terrenos. Com a medida, será possível realizar a regularização ambiental dos imóveis rurais brasileiros conforme o novo Código Florestal. Unidades de Conservação

A cooperação entre o MMA, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e o Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ), junto ao Banco Alemão de Desenvolvimento, estabelece o Fundo de Transição Arpa para a Vida. Esse fundo constitui a terceira fase do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). O programa foi estabelecido pelo Brasil em 2003 e corresponde hoje ao maior programa de conservação de florestas tropicais do mundo. O projeto terá o aporte superior a R$ 116 milhões (cerca de 31,7 milhões de euros) por meio da cooperação financeira alemã para o Fundo de Transição. Fundo Amazônia

O cofinanciamento entre a Noruega, por meio da Agência Norueguesa para a Cooperação ao Desenvolvimento (Norad), e a Alemanha, representada pelo Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ), viabilizará o projeto de cooperação técnica “Apoio às Atividades de Fomento e de Concessão de Colaboração Financeira Não-Reembolsável no âmbito do Fundo Amazônia”. O projeto terá mais de R$ 14,6 milhões (cerca de 4 milhões de euros) e o objetivo é melhorar os mecanismos do Fundo Amazônia, tornando-o cada vez mais eficaz no financiamento da proteção das florestas e do clima.


Fonte: Ascom MT - CNA



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Comentário(s) (1)


6SKt5PZw disse:

15/11/2015 às 05:52

Tambe9m aqui o Rui Guerra deixa palavras iifelnzes que sf3 revelam ignore2ncia. Ao criticar os bairrismos balofos, acaba por cair neles ao exprimir-se assim de Mirandela e de uma realidade que ne3o conhece. Ente3o quer comparar Mirandela com Carrazeda ou Vila Flor? Ne3o sabe e ne3o vea que le1 trabalha-se muito em prol do desenvolvimento da terra. Eu ne3o sou de le1, mas sei que a obra gigantesca que transformou Mirandela ne3o nasceu sozinha nem caiu do ce9u aos trambolhf5es! c9 preciso haver material humano, gente dedicada e0 sua terra, competeancia, bairrismo local, espedrito de grupo e muita muita vontade em vencer. Vocea vea isso em Carrazeda? Em Vila Flor, reconhee7a-se, sempre se fez mais e melhor do que em Carrazeda, onde apenas se vive para as merendas, para o servilismo ao poder instalado, para a vaidade exterior e para a malediceancia protagonizada por grupelhos que povoam os cafe9s ou se encostam nas esquinas ou se sentam no muro da prae7a a apreciar quem passa. c9 assim que o Rui acha que uma terra se desenvolve? Porque o conhee7o, deixe-me aconselhe1-lo a meditar um pouco mais e a organizar as suas ideias antes de se pronunciar desta maneira te3o infeliz e pobre. Vocea e9 capaz.Jose9 Ferreira

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