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04/05/2015

Potencialidades ecoturísticas dos parques estaduais de Minas Gerais

Tese apresentada à Universidade Federal de Lavras de autoria de José Edimar Vieira Costa Júnior, relata sobre as Potencialidades ecoturísticas dos parques estaduais de Minas Gerais.

Cachoeira no Parque Estadual de Ibitipoca, município de Lima Duarte. Minas também é rica em belezas naturais. (foto: Minas Gerais Info)
O Estado de Minas Gerais detém uma ampla riqueza e diversidade de recursos naturais, apresentando elevado potencial turístico. Grande parte dessas belezas cênicas encontra-se nas Unidades de Conservação (UC), especificamente, nos Parques, sendo permitida nessa categoria a visitação pública. Para Santos Júnior (2006), as Unidades de Conservação de Proteção Integral, especificamente os Parques, são áreas terrestres ou marinhas que podem conter um ou mais ecossistemas naturais, possuindo atributos paisagísticos e naturais de grande importância científica, educacional e recreativa, sendo, também, objetivo do manejo destas áreas o incentivo às atividades recreativas, o turismo ecológico, entre outros. Dessa forma, é oportuno investimentos ao incentivo do turismo, sobretudo, em Unidades de Conservação, local ideal para a prática do ecoturismo (SPINOLA, 2006).

O ecoturismo surge, então, como uma nova forma de usufruir os recursos naturais, aceitando-os como finitos, respeitando sua capacidade de resiliência, relacionando a visita do homem à natureza com a conservação do meio biótico, abiótico e às comunidades existentes nos locais.

O Estado possui trinta e oito Parques Estaduais, estando abertos à visitação apenas oito.  Diante desse cenário este estudo teve foi realizado com o objetivo de descrever, analisar e pontuar o cenário atual dos parques estaduais de Minas Gerais relacionado ao uso turístico. Foi elaborada uma planilha com dados disponibilizados pelo órgão oficial responsável pelas Unidades de Conservação – IEF e ICMBio. A pontuação ocorreu por presença e ausência das infraestruturas voltada para o turismo, sendo gerado um Índice de Potencial Turístico (IPT) que varia, numericamente, de 0 a 1 para cada parque. Esse índice foi alimentado pelo somatório das presenças dos atributos, sendo pontuados com pesos diferenciados, de acordo com o nível de importância à gestão do parque e uso público julgado pelo pesquisador.

Pelos resultados obtidos demonstrou-se que a maioria dos parques estaduais de Minas Gerais apresentou-se em desarmonia com a finalidade de criação: que prevê a visitação pública. A maior parte dos parques possui problemas na infraestrutura, implantação do plano de manejo, regularização fundiária, exibindo um perfil deficiente para a prática do ecoturismo. Os parques estaduais de Minas Gerais encontraram-se com deficiências no processamento administrativo, gestão. O IPT mostrou-se como ferramenta útil para levantar a situação de infraestrutura, gestão e visitação turística nos parques, bem como meio de divulgar a situação dos parques a fim de nortear visitantes na busca por condições estruturais ou administrativas, para a visitação, como também gerar fomento às políticas públicas para melhoria da gestão das UC.


Fonte: Biblioteca Florestal



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