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30/01/2015

ANO INTERNACIONAL DOS SOLOS DEVE VALORIZAR A PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS

Ilustração: FAO
Depois de dedicar o ano de 2014 para a agricultura familiar, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) anunciou que 2015 será o Ano Internacional dos Solos (AIS 2015). A iniciativa pretende colocar em evidência o recurso natural não renovável e atentar a população para a necessidade de maior preservação do solo.

"O assunto é solo, justamente por ser um recurso natural, que é a base produtiva para a produção de alimentos saudáveis e de qualidade. Estamos perdendo os solos e precisamos colocar mais atenção na preservação dessa base produtiva. A ideia é que os produtores tomem consciência do que está ocorrendo com os solos e como podemos ter boas práticas de preservação", afirma o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic.

Segundo Bojanic, a FAO pretende usar o ano para melhorar a relação dos produtores com os solos, fazendo com que os agricultores produzam mais, preservando o recurso natural. "No ano da Agricultura Familiar demos maior importância para a dimensão social, agora estamos dando enfoque na dimensão ambiental, do recurso e da relação entre meios de produção e pessoas. Estamos pensando na necessidade de produzir alimentos para o futuro conservando os solos", diz.

Para o coordenador da Assessoria Internacional do  Ministério do Desenvolvimento Agrário  (MDA), Caio França, a agricultura familiar é protagonista na preservação e recuperação do solo, mesmo com áreas de até quatro módulos fiscais. "Necessariamente, os produtores não podem deixar o solo se degradar. Há uma preocupação fundamental de todos os envolvidos na agricultura familiar em preservar esse recurso natural. O AIS 2015 vai orientar tanto os agricultores como os órgãos de governo na preservação do solo", salienta o coordenador.

No Brasil, o  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento  (MAPA) é o órgão responsável por difundir o AIS 2015. A pasta criou um comitê, unindo Governo Federal e sociedade civil para promoverem o assunto. Uma série de eventos está sendo planejada para o decorrer do ano, como ocorreu com a agricultura familiar no ano passado.



Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário /AgrosSoft Brasil



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Comentário(s) (5)


Lauro Nardoto Conde - Engº Agrônomo disse:

17/02/2015 às 22:19

Tenho desenvolvido trabalhos na área de Recuperação e Proteçao de Nascentes, além da recuperação de lagoas naturais na região centro norte do Rio de Janeiro. No entanto , os recursos para essas ações são de difícil acesso e esbarram, muitas vezes, na interpretação acadêmica da legislação ambiental. Como o AIS 2015 poderá nos auxiliar na agilização do carreamento de recursos para as práticas de Recuperação de solos degradados? As áreas erodidas , principalmente nas cabeceiras das bacias de contribuição das nascentes são fator de aceleração do desaparecimento de nascentes e assoreamento de córregos, rios e lagoas. Apresentamos recentemente uma proposta à CEDAE, para atuarmos diretamente nas cabeceiras e nascentes do Rio Maacuco e Reibirão Douradinho, responsáveis pelo abastecimnento de água dois Municípios de Cordeiro, Cantagalo e Macuco , cujas ações en- volverão Práticas de Conservação dos Solos, Recuperação de sua Capacidade Produtiva, Reflorestamento, Sanaeamento das moradias e comunicdades rurais, além da construção de pequenas barragens para acumulação de água nas cabeceiras, como forma de realimentar o lençol freático , tanto a jusante, quanto a montante dessas intervenções, de acordo com resultados por nós obtidos. A questão e´: COMO AGILIZAR A IMPLEMENTAÇÃO DA PROPOSTA?

Lauro Nardoto Conde - Engº Agrônomo disse:

17/02/2015 às 22:19

Tenho desenvolvido trabalhos na área de Recuperação e Proteçao de Nascentes, além da recuperação de lagoas naturais na região centro norte do Rio de Janeiro. No entanto , os recursos para essas ações são de difícil acesso e esbarram, muitas vezes, na interpretação acadêmica da legislação ambiental. Como o AIS 2015 poderá nos auxiliar na agilização do carreamento de recursos para as práticas de Recuperação de solos degradados? As áreas erodidas , principalmente nas cabeceiras das bacias de contribuição das nascentes são fator de aceleração do desaparecimento de nascentes e assoreamento de córregos, rios e lagoas. Apresentamos recentemente uma proposta à CEDAE, para atuarmos diretamente nas cabeceiras e nascentes do Rio Maacuco e Reibirão Douradinho, responsáveis pelo abastecimnento de água dois Municípios de Cordeiro, Cantagalo e Macuco , cujas ações en- volverão Práticas de Conservação dos Solos, Recuperação de sua Capacidade Produtiva, Reflorestamento, Sanaeamento das moradias e comunicdades rurais, além da construção de pequenas barragens para acumulação de água nas cabeceiras, como forma de realimentar o lençol freático , tanto a jusante, quanto a montante dessas intervenções, de acordo com resultados por nós obtidos. A questão e´: COMO AGILIZAR A IMPLEMENTAÇÃO DA PROPOSTA?

Lauro Nardoto Conde - Engº Agrônomo disse:

17/02/2015 às 22:19

Tenho desenvolvido trabalhos na área de Recuperação e Proteçao de Nascentes, além da recuperação de lagoas naturais na região centro norte do Rio de Janeiro. No entanto , os recursos para essas ações são de difícil acesso e esbarram, muitas vezes, na interpretação acadêmica da legislação ambiental. Como o AIS 2015 poderá nos auxiliar na agilização do carreamento de recursos para as práticas de Recuperação de solos degradados? As áreas erodidas , principalmente nas cabeceiras das bacias de contribuição das nascentes são fator de aceleração do desaparecimento de nascentes e assoreamento de córregos, rios e lagoas. Apresentamos recentemente uma proposta à CEDAE, para atuarmos diretamente nas cabeceiras e nascentes do Rio Maacuco e Reibirão Douradinho, responsáveis pelo abastecimnento de água dois Municípios de Cordeiro, Cantagalo e Macuco , cujas ações en- volverão Práticas de Conservação dos Solos, Recuperação de sua Capacidade Produtiva, Reflorestamento, Sanaeamento das moradias e comunicdades rurais, além da construção de pequenas barragens para acumulação de água nas cabeceiras, como forma de realimentar o lençol freático , tanto a jusante, quanto a montante dessas intervenções, de acordo com resultados por nós obtidos. A questão e´: COMO AGILIZAR A IMPLEMENTAÇÃO DA PROPOSTA?

prof. Azvd disse:

04/02/2015 às 20:01

Gostaria das mesmas info pedidas pelo Sérgio. Qual argumento a ponderar em um projeto para recuperação de terras e restauração dos lagos q estudo na APA de Ilha Comprida? O FNCMC pode dar verba a fundo perdido para isso, mas n sei como argumentar qual benefício da recuperação em termos de diminuição das emissões.

sérgio carlos de oliveira disse:

04/02/2015 às 10:07


Solicito informação, quanto a possibilidade , de ser disponibilizado recursos - - técnicos e financeiros - visando-se a recuperação de áreas degradadas, especialmente, no entorno de nascentes e barragens, de usos públicos múltiplos.

Convido-os, a nos assessorarem, na organização da Semana da ÁGUA , entre 14 - 22 Março / 2015.

77 9921 6777 / 9133 4327
Agradecidamente, Sérgio Carlos de Oliveira
Presidente Associação dos Usuários da Água de poções - BA

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