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13/01/2015

Avaliação da qualidade de sementes de Tabebuia roseoalba (ipê-branco) pelo teste de tetrazólio

Artigo submetido à Revista Árvore, Viçosa, v. 38, n. 2, p. 233-240, 2014, de autoria de Leticia Caravita Abbade e Massanori Takaki, relata sobre o Teste de tetrazólio para avaliação da qualidade de sementes de Tabebuia roseoalba (Ridl.) Sandwith - Bignoniaceae, submetidas ao armazenamento.

Imagem ilustrativa - Google
O emprego de testes rápidos em programas de controle de qualidade de sementes é ferramenta imprescindível para a avaliação da qualidade fisiológica de sementes, e por isso tem merecido permanente atenção dos tecnologistas, produtores e pesquisadores (DEMINICIS et al., 2009).

Entre os testes utilizados, o do tetrazólio merece especial atenção. Este teste toma por base a atividade das enzimas desidrogenases envolvidas no processo de respiração. Pela hidrogenação do 2-3-5-trifenil cloreto de tetrazólio, é produzida nas células vivas uma substância vermelha, estável e não difusível, o trifenil formazan. Pela reação, é possível distinguir as partes vivas, coloridas de vermelho, daquelas mortas que mantêm a cor original. Esse teste tem sido aceito, segundo Deswal e Chand (1997), não somente como técnica para estimar a viabilidade, mas também o vigor das sementes. O teste de tetrazólio fundamenta-se na alteração da coloração dos tecidos da semente em presença de uma solução de sal de tetrazólio, que é reduzido pelas enzimas desidrogenases dos tecidos vivos, resultando num composto denominado Formazam, de coloração vermelho-carmim (FOGAÇA et al., 2006).

Dentro deste contexto, os objetivos com o trabalho foram estabelecer a metodologia para realização do teste de tetrazólio em sementes de Tabebuia roseoalba (ipê-branco) e verificar a viabilidade das sementes em função do tempo de armazenamento avaliando os parâmetros de germinação e compará-los com o resultado do teste de tetrazólio. Os frutos de ipê-branco foram colhidos manualmente no momento de abertura, e foram utilizadas sementes recém-colhidas e sementes armazenadas até 24 meses, obtendo-se resultados de teste de tetrazólio, germinação, emergência, comprimento e peso de matéria seca de plântulas.

Os resultados mostraram que o teste de tetrazólio na concentração de 0,05 % a 36 °C durante 24 h é indicado para avaliar a viabilidade das sementes de ipê-branco. Durante o armazenamento, a porcentagem de germinação, o comprimento e o peso de matéria seca das plântulas são reduzidos. A germinação das sementes em viveiro é bruscamente reduzida com o tempo de armazenamento das sementes.

O trabalho completo está disponível no link:
http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/10522


Fonte: Camila Batalha - Biblioteca Digital Florestal



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Comentário(s) (1)


FORTUNATA disse:

19/02/2015 às 11:10

gostaria de saber sobre os mitos e verdades sobre o eucalipto, pois aqui ouvimos muito que prejudica o solo devido sua raiz ser muito profunda e consumir dia oito litros de agua,nossa região como as outras ja devemos pensar em economizar

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