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08/12/2014

Capacidade produtiva do harvester em povoamentos de eucalipto com diferentes espaçamentos e declividade

Artigo submetido à Revista Árvore, Viçosa, v.38, n.1, p.000-000. 2014, de autoria de Elton da Silva Leite, Luciano José Minette, Haroldo Carlos Fernandes, Amaury Paulo de Souza, Edvaldes José do Amaral e Elcio das Graça Lacerda, relata sobre o Desempenho do harvester na colheita de eucalipto em diferentes espaçamentos e declividades.

A colheita florestal em áreas acidentadas, ou em condições topográficas desfavoráveis, exige alto nível de planejamento e detalhamento. Também, é necessário o desenvolvimento de máquinas e equipamentos específicos para essas condições, com os objetivos de minimizar os custos, diminuir a necessidade de mão de obra e aumentar a produtividade.

A mecanização planejada no setor florestal contribui significantemente para maximizar retornos em geral, atendendo aos critérios das certificadoras, que são afetados, principalmente, pela etapa de colheita da floresta.

A topografia do terreno afeta diretamente o rendimento das máquinas nas operações florestais. A declividade, por exemplo, é uma das variáveis operacionais mais importantes a se considerar na mecanização florestal, uma vez que quanto maior a declividade, maiores as limitações ao deslocamento da máquina no terreno e, por conseguinte, menor a produtividade. Estudando-se a influência do volume da árvore e da inclinação do terreno sobre a produtividade de um harvester de esteiras, conclui-se que a produtividade diminui com o aumento da inclinação do terreno.

Neste contexto, os objetivos deste trabalho foram analisar e quantificar a influência das declividades (baixada – declividade média de 7,76° e encosta - declividade média de 17,17°) e dos espaçamentos de plantio (3 m x 2,5 m, 3 m x 3,33 m e 3 m x 4,0 m) sobre as capacidades produtivas do harvester em povoamentos de eucalipto de primeira rotação. As análises técnica e econômica estão fundamentadas no estudo de tempos e movimentos, nas produtividades e custos de produção do harvester .

Os resultados mostraram que a atividade de traçamento consumiu 46 % do ciclo operacional e o rendimento do harvester tendeu a ser maior quando se aumentava o espaçamento e inferior com o incremento da declividade. Em média, o espaçamento 3 m x 2,5 m e 3 m x 3,33 m gerou um custo maior da ordem de 11 % e 2 % a maior em detrimento do espaçamento 3 m x 4 m. Em relação à declividade, o detalhamento desse impacto negativo gerado pela encosta foi de 11 % em relação à baixada.
 
Artigo completo disponível no site: http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/10415


Fonte: Marina Lotti e Ana Teresa Leite - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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Comentário(s) (1)


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15/11/2015 às 05:49

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