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02/11/2014

"Crise de água em São Paulo é a ponta do iceberg", afirma especialista do WWF

Na última quarta-feira (29), diversas ONGs apresentaram as ações que têm sido implementadas em busca da segurança hídrica de São Paulo. Além disso, por meio do projeto "água@sp", os grupos se uniram para formular um conjunto de propostas a serem colocadas em prática pela sociedade civil, instituições e governos, tanto no âmbito estadual quanto federal

Mesmo que muitos não percebam, o problema de gestão da água é nacional. Foto :heleniandrade/Flickr

São 20 sugestões divididas para curto e médio/longo prazo, que podem ser vistas aqui. Durante o evento, Glauco Kimura, coordenador do programa Água para Vida da ONG WWF, salientou que o problema de gestão da água é nacional. “A crise de São Paulo é a ponta do iceberg que está por vir se a gente não agir rapidamente”, afirma.

Em seguida, relatou um dos problemas que atinge a capital do país. “Moro em Brasília e vou dizer para vocês, esse modelo de gestão que acontece em São Paulo, acontece nas metrópoles brasileiras. Em Brasília não está faltando água ainda, mas o reservatório do Descoberto, que abastece 70% do Distrito Federal, já está totalmente invadido, ocupado e poluído e a partir do ano que vem o governo vai começar a captar água do Lago Paranoá”, contou ele.

Kimura já defendeu diversas vezes que uma das questões preocupantes é a falta de conhecimento da população sobre o tema. Segundo uma pesquisa realizada pela organização WWF, em 2012, mais de 80% dos entrevistados nunca tinham ouvido falar da ANA (Agência Nacional de Águas), o órgão que regula os recursos hídricos.

O gerente técnico do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Carlos Thadeu, endossa essa ideia e salienta a restrição de informações a que alguns órgãos impõem aos consumidores. “Com base no código do consumidor, temos o direito de saber se falta ou não água. E, por isso, lançamos a campanha ‘Tô sem água’. Pedimos à Sabesp que informasse a população voluntariamente, embora legalmente seja um dever”.

Thadeu defende que para resolver qualquer crise é preciso primeiro reconhecer que ela existe. “Acho que a questão da informação é fundamental. A briga pela informação vai continuar”, garante.


Fonte: Marcia Sousa - Redação CicloVivo



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Comentário(s) (1)


Jose Hess disse:

07/11/2014 às 15:41


As oportunistas ONG´S, já aproveitam a desgraça alheia para se auto promoverem, em vez de propor ações para ganhar mais um $$$, porque eles não divulgam as soluções práticas daqui para frente com estudo de engenharia, o principal problema que não chovem nas regiões é a alta poluição em São Paulo, que impede que os ventos façam as nuvens circularem e se condensarem , sem nuvens não tem chuva.

Vamos então ouvir especialistas americanos e de outras partes do mundo sobre o que fazer para que as nuvens possam atuar. Essa briga ridícula entre os governos estadual e federal é coisa de nosso povo, que nunca pensa com planejamento e antecipação, sempre usando a máxima "E SE?" E se não chover o que faremos? e se chover de mais o que faremos? e assim por diante. Temos gasoduto, oleoduto, por que não o aguaduto, por que não utilizar a água do mar dessalinizar e bombear até a capital? Os custos ? Ser humano sem água não tem preço. Nós não temos estoque de nada se der uma doença grave numa variedade de lavoura que dizime o arroz, feijão, ou milho, teremos de importar, E Se? não tiver para importar? E assim vamos, mas os jogos de futebol, as malditas novelas e as escolas de samba com certeza estão todos organizados e todas tem um plano "B" , nosso povo não é sério.

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