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Avanço e Pesquisa

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14/10/2014

Avaliação da variabilidade genética para estimar a sobrevivência e o crescimento de Cedrela fissilis VELL.

Tese apresentada à Universidade Federal do Paraná de autoria de Andrea Chizzotti Cusatis, relata sobre o Melhoramento genético e silvicultural de Cedrela fissilis VELL.

Imagem ilustrativa - Google
            Cedrela fissilis VELL., cedro-rosa, esteve entre as três principais espécies madeireiras do neotrópico em função de seu alto valor comercial que gerou renda a economias locais e nacionais. A silvicultura da espécie encontra desafios como os danos provocados por Hypsipyla grandella e a susceptibilidade à geada, na Região Sul do Brasil. O melhoramento genético e a compreensão da autoecologia de C. fissilis em Floresta Obrófila Mista podem contribuir à superação destes problemas e, consequentemente, à sua domesticação.
            O objetivo deste trabalho, desenvolvido pela Universidade Federal do Paraná, foi analisar a variabilidade genética, selecionar genótipos superiores quanto à sobrevivência e crescimento e propor diretrizes para o cultivo de C. fissilis consorciada com Pinus taeda. Para tanto, foi avaliado um teste de progênies com 48 matrizes de C. fissilis consorciado com P. taeda, aos 43 meses de idade, plantado em Rio Negrinho/SC. As Análises de Deviance, estimadas por meio da máxima verossimilhança restrita (REML), software Selegen, determinaram que o material genético compõe uma única população e os valores genéticos de sobrevivência, diâmetro de colo e altura entre progênies apresentaram diferenças significativas.
            Para a produção de sementes voltadas à restauração florestal foi proposta a formação de um Pomar de Sementes por Mudas com ganho predito de 2 % em sobrevivência, estimados via melhor predição linear não viciada (BLUP), e tamanho efetivo populacional de 78. Para a produção de sementes melhoradas em crescimento, foi proposta a formação de um Pomar Clonal composto por 15 genótipos, com ganhos preditos de 4 % em sobrevivência e 18 % em diâmetro. Quatro experimentos silviculturais testaram: 37 e 67 árvores por hectare de cedro-rosa em clareiras de 10 e 25 m², presença e ausência inicial de cobertura com P. taeda. Foram avaliados a sobrevivência, diâmetro do colo, altura e bifurcação, aos 31, 38 e 49 meses de idade. O melhor estimador linear não viciado (BLUE) determinou que as clareiras de 10 m² propiciaram maior crescimento de C. fissilis em três experimentos.
            A cobertura de P. taeda foi positiva para sobrevivência e indiferente para crescimento. A ausência de danos de H. grandella indicou o potencial de prevenção dos modelos testados. Os resultados obtidos indicaram o potencial de C. fissilis à domesticação na região de Rio Negrinho.

Integra da pesquisa no site da Biblioteca digital florestal.


Fonte: Marina Lotti e Ana Teresa Leite - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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