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01/09/2014

Estudo de sazonalidade para mofo cinzento, manchas bacterianas foliares e oídio, para subsidiar a tomada de decisão das intervenções químicas e facilitar o gerenciamento do manejo de mudas

Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista?Júlio de Mesquita Filho? de autoria de Juliana de Lima Gonçalves, relata sobre a Sazonalidade de ocorrência de mofo cinzento, oídio e manchas bacterianas foliares em dois viveiros de produção de mudas clonais de eucalipto.

Foto ilustrativa - Google
As ocorrências de doenças podem comprometer a produção de mudas de eucalipto em qualquer uma de suas fases, assim como o seu estabelecimento e a produtividade florestal. Sendo assim, seu manejo constitui uma das principais preocupações do processo produtivo de mudas de eucalipto e do seu controle de qualidade. De forma geral, os viveiros florestais empregam sistemas de monitoramento, a fim de subsidiar a decisão de realizar o controle de doenças. Todavia, ainda não existe um sistema padronizado e tampouco, um procedimento totalmente integrado na rotina dos profissionais de produção de mudas, que permita prever a época da ocorrência da doença.
            O objetivo deste trabalho foi desenvolver um sistema de coleta de dados, utilizando parâmetros climáticos anuais e variáveis simples, a fim de se ter um estudo de sazonalidade para mofo cinzento, manchas bacterianas foliares e oídio, para subsidiar a tomada de decisão das intervenções químicas e facilitar o gerenciamento do manejo de mudas.
            Para tal, foram monitoradas todas as etapas produtivas de dois viveiros de produção de mudas localizados no Estado de São Paulo: Capão Bonito e Jacareí. Tais etapas englobam a produção de miniestacas em minijardim clonal, enraizamento em casa de vegetação, aclimatação, crescimento e rustificação das mudas. Para determinar a sazonalidade dos patógenos nos viveiros, foi necessária a padronização das coletas de dados e a confecção de uma planilha. Para isso, ficaram definidas as seguintes variáveis a serem coletadas a cada intervenção química: nome do profissional, data, horário, patógeno, severidade, local, produto, dose, temperatura e precipitação. Os dados de série temporal foram digitados em planilhas eletrônicas do Microsoft Excel®, processados por tabelas dinâmicas, e analisados estatisticamente pelo software estatístico Minitab 16®, que gerou as correlações entre a influência dos fatores climáticos em cada uma das doenças citadas.
            A planilha de coleta de dados mostrou ser bastante útil e o estudo de sazonalidade poderá ser base para a previsão das ocorrências de doenças nos viveiros. Apesar das análises estatísticas não terem demonstrado correlação para todas as variáveis climáticas analisadas, os gráficos de sazonalidade corroboram com a literatura, podendo-se antecipar as medidas profiláticas e reduzir o risco de perdas de produtividade devido ao ataque de patógenos. 

Trabalho completo disponível no site da Biblioteca digital florestal: http://www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/9646


Fonte: Marina Lotti e Ana Teresa Leite - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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