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28/08/2014

Energia incentivada: o que pensam as empresas?

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Entenda a energia incentivada

A energia incentivada foi criada com o intuito de promover o desenvolvimento de fontes alternativas no processo de geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis. De acordo com o Artigo n.º 26 da Lei n.º 9.427/1996, empresas com potencial de gerar volume menor ou igual a 30MW têm direito ao desconto na tarifa de uso. Essa energia pode ser vendida para consumidores especiais (aqueles com consumo menor que 3MW) ou para consumidores livres (que consomem mais de 3MW). Por ter desconto no fio e ser gerada a partir de fontes renováveis, essa energia é vendida a um valor maior que a energia convencional.

Energia incentivada no setor 

Para quem não atua diretamente na área de energia das empresas, a expressão “energia incentivada” não é nada familiar. Já para quem está por dentro de tudo o que acontece no âmbito governamental sobre a geração e o uso desse recurso energético, falar em energia incentivada é referir-se aos descontos de 50% ou 100% na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), conforme estipulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

A comercialização de energia incentivada, que envolve agentes de geração, consumidores livres especiais, comercializadoras e autoprodutores, é regida pela Resolução Normativa n.º 247/06, que estabelece as condições para a comercialização de energia elétrica entre empreendimentos de geração que utilizem fontes primárias incentivadas e unidade ou conjunto de unidades consumidoras cuja carga seja maior ou igual a 0,5 MW no âmbito do Sistema Interligado Nacional (SIN), conforme publicado no site da ANEEL. Durante os debates da Abtcp, realizado em maio, entre participantes e conhecedores do assunto, o ponto alto do evento foi o limite de exportação de 30 MW para se garantir o desconto na tarifa de uso do recurso energético pelas empresas. 

O interesse pelo tema da energia incentivada cresceu no setor de celulose e papel por conta de um cenário de avanços tecnológicos e eficiência energética das caldeiras de recuperação química instaladas em modernas plantas de celulose que acabaram gerando um excedente considerável de energia elétrica para ser exportado e comercializado no mercado livre. Para Priscila de Almeida Chuffa, coordenadora de Produção do Departamento de Recuperação Química e Utilidades da Lwarcel e palestrante da mesa-redonda sobre energia incentivada, é preciso observar situações em que acaba sendo mais vantajoso para a empresa tornar-se menos eficiente energeticamente para não ultrapassar o limite e garantir o desconto da TUSD. 

“No caso do Grupo Lwart, a capacidade de exportação é de aproximadamente 5 MW para o mercado livre como energia incentivada. Com a expansão da Lwarcel, essa capacidade de exportação aumentará para algo em torno de 30 MW, elevando ainda mais a vantagem do desconto na TUSD”, avaliou Priscila. Quem compartilha das afirmações sobre as vantagens proporcionadas por oportunidades, a exemplo do caso citado por Priscila, é Murilo Sanches da Silva, gerente de Recuperação e Utilidades da Eldorado Brasil, em Três Lagoas (MS).

“Esse cenário é cada vez mais frequente, pois as fábricas de celulose têm melhorado sua eficiência a cada novo projeto realizado, o que maximiza sua disponibilidade de energia à base de biomassa para o grid (energia verde), aumentando, consequentemente, sua competitividade e a sustentabilidade nos processos”, enfatizou o executivo da Eldorado Brasil durante o evento. Atualmente, a fábrica da Eldorado tem capacidade para produzir além do teto estabelecido em 30MW.

Segundo Fulvio Medina, gerente de Recuperação e Utilidades da Fibria Jacareí, que também participou da mesa-redonda, as oportunidades de o setor usufruir das vantagens oferecidas pela Resolução Normativa nº 247/06 remetem para a importância da união entre as empresas para buscarem em conjunto com o governo maior competitividade para comercializar a energia elétrica excedente gerada pelas plantas de celulose no País.

“Principalmente pelo fato de o governo estar buscando maneiras de diversificar sua matriz energética é que o setor poderá obter melhores condições de comercializar sua energia gerada por fontes mais limpas”, pontuou Medina.

Ao todo, 36 profissionais do setor de celulose e papel participaram da mesa-redonda promovida pela ABTCP. O evento contou com palestras da Votorantim Energia, da Eldorado Brasil e da Comerc, além da apresentação da Lwarcel, entre outras.


Fonte: Revista O Papel / Celulose Online



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