Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


08/08/2014

Manejo de plantas daninhas em florestas plantadas

A matocompetição é um dos fatores limitantes ao estabelecimento de florestas no Brasil, afetando o desenvolvimento das culturas florestais por meio da competição por água, luz e nutrientes

Aplicação de herbicida em eucalipto - Crédito Rudolf Woch

Muito já se falou sobre a interferência das plantas invasoras nos plantios comerciais de pinus e eucalipto, ocasionando perdas de produtividade e aumento de custos de operações florestais, o que impacta diretamente na lucratividade das florestas. Falando em competitividade do setor, o Brasil era líder mundial no início da década e, hoje, ocupa o 4º lugar.

As daninhas

Considerando que o controle de plantas daninhas na cultura do eucalipto consome cerca de 25% dos custos de implantação, Rudolf Woch, diretor técnico da Apoiotec, alerta para a importância de um olhar atento para essa área, que muitas vezes é negligenciada diante das várias atribuições operacionais.

“Desde o início do uso de herbicidas em áreas florestais, na década de 1980, que era feito exclusivamente com glifosato, em pós-emergência, até os nossos dias, novas moléculas surgiram para tornar o controle versátil. Devemos mencionar também as inovações tecnológicas em máquinas, equipamentos, comandos, controladores, pontas de pulverização e sistemas de gestão”, aponta.

Segundo ele, as operações de controle usuais contemplam, nesta ordem, dessecação com glifosato, preparo de solo, plantio, aplicação de pré-emergente em faixa na linha plantio, outra aplicação de pré em combinação com lâmina e até três aplicações de glifosato nas entrelinhas. Em caso de deficiências de controle, podem acontecer operações manuais.

Gestão

É sabido que já apareceram espécies invasoras resistentes ao glifosato em áreas florestais, como aconteceu anteriormente em áreas agrícolas. A falta de mão de obra no campo também é um problema sério nas empresas florestais.

Assim, a gestão ideal das invasoras deve prever um sistema integrado de controle, ou seja, controle cultural com cobertura viva, cobertura morta, controle mecânico, onde seja necessário, e controle químico, com o menor número de operações possíveis.

No controle químico, Rudolf Woch diz que é preciso considerar fatores como longevidade e seletividade dos tratamentos e custos envolvidos, levando em conta as características da área, as condições climáticas da época de aplicação e se o herbicida deve ser utilizado em pós ou pré-emergências das ervas.

 


Fonte: Revista Campo & Negócios



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

20/09/2020 às 00:28

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para celulose?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


2635 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey