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31/07/2014

Já opinou sobre o clima dos negócios florestais em MG? Participe já!

Termina no próximo dia 16 de agosto o prazo para que produtores, investidores, acadêmicos, e outros interessados possam assegurar que suas opiniões sobre as condições para a realização de negócios florestais em MG sejam consideradas no estudo do Índice de Atratividade do Investimento Florestal


O sucesso de um investimento florestal não depende só de ter um bom projeto, gestores qualificados, e financiamento adequado.  Ele depende também das condições oferecidas pelo local onde o investimento é realizado.
 
O IAIF SN- Índice de Atração de Investimento Florestal em Nível Subnacional é uma ferramenta que ajuda aos investidores conhecerem os fatores econômicos, sociais, naturais e políticos que influenciam nos negócios florestais. O índice permite medir e analisar, de forma sistemática e periódica, os fatores do clima de negócios que afetam o êxito dos investimentos diretos florestais e facilita a tomada de decisão por parte dos investidores.
 
Por meio do IAIF-SN é feita uma espécie de ?fotografia? onde é possível observar um panorama da região em três grupos distintos de indicadores que são: supra setorial, que inclui condições que influenciam todos os tipos de negócios; inter setorial, que inclui efeitos de outros setores da economia sobre os negócios florestais; e os intra setoriais, que medem condições intrínsecas do setor florestal. Ao todo, são 16 indicadores que combinam sessenta variáveis que abrangem economia, política, condições naturais e sociais. A análise é feita usando dados de fontes secundárias, como IBGE, Banco Central e outros órgãos; e através de questionário para conhecer a percepção dos envolvidos.
 
Uma vez conhecida esta fotografia, aplica-se o PROMECIF - Processo de Melhoria do Clima de Negócios para Investimentos no Setor Florestal. Com o resultado deste processo é elaborado um plano de ações para aumentar a atratividade dos negócios florestais no estado.  

De acordo com o especialista em economia florestal, José Rente, Minas Gerais possuiu a maior extensão de terras com vocação florestal do país e é também o estado com maior área de reflorestamento. No entanto, nota-se que os investimentos em florestas pararam de crescer nos últimos anos. Observando isso, o SEBRAE Minas, instituição integrante do Polo de Excelência em Florestas, por iniciativa de Fabiana Vilela, analista técnica da Unidade de agronegócio, encomendou ao INAES ? Instituto Antônio Ernesto de Salvo/FAEMG uma pesquisa que investigasse os motivos desta estagnação, baseada nos critérios estudados pelo IAIF-SN e o que se deve fazer para aumentar esses investimentos. No estado, já foi concluída a primeira etapa da pesquisa que consiste na consulta na base de dados secundários. A próxima etapa, agora, é a aplicação do questionário que está sendo feita online. É importante ressaltar que este questionário foi disponibilizado na internet e qualquer pessoa com algum interesse no setor florestal tem a oportunidade de opinar respondendo ao questionário que se encontra neste link.
 
A partir dos resultados, será elaborado um plano de ações para atrair novos investimentos para o estado de Minas Gerais. ?Depois de identificar e analisar os indicadores com maior potencial para melhorar a atratividade dos investimentos em Minas Gerais, proporemos ações baseadas no PROMECIF para que o estado volte a ter um clima favorável aos negócios florestais dos pontos de vistas sociais, políticos, ambientais, legais e econômicos?, afirma José Rente. Segundo o especialista, é importante, também, que o plano de ações chegue com esclarecimentos aos produtores e industriais para que ocorram mudanças e uma atitude proativa destes em relação às políticas de Governo, pois é isso que vai demandar a implantação concreta das ações a serem propostas. O estudo servirá, também, para subsidiar o estado de Minas Gerais no ajuste de suas políticas públicas para o setor.

Quando ficará pronto?
Os resultados deste projeto serão discutidos com o setor, em novembro de 2014, e com o Governo então eleito, para que ele possa trabalhar nas políticas públicas de apoio à silvicultura mineira.
 
Qual o site onde está disponível o formulário?
https://docs.google.com/a/ruralprosper.com/forms/d/1hCqA7XkQpMtd22fYDQXCMBwR5nC0LHkBoK0e-kw7TF4/viewform?c=0&w=1


Fonte: Janaina Campos/AMP Comunica



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Comentário(s) (9)


Sebastiao dos Santos Silva Fernandes disse:

13/08/2014 às 10:08

Plantio de florestas deveria ter os mesmos direitos e obrigações das demais culturas.Paga-se taxa para liberação do corte, uma tremenda documentação onerosa p/produtor e muito demorada. O produtor que quiser empacotar o seu carvão, paga 3 impostos estaduais: tx.liberação,ICMS p-/fora do estado e selo. Único setor da economia que paga 2 INSS do empregador, paga s/folha de pagto e s/faturamento. o estado de São Paulo, isentou o ICMS s/compra de máquinas agrícolas, aquí pagamos 12%.

Sebastiao dos Santos Silva Fernandes disse:

13/08/2014 às 09:57

O plantio de florestas deveria ter os mesmos direitos e obrigações das demais culturas. Hoje dependemos de autorização para o corte, pagando taxa de liberação, com uma tremenda dificuldades com exigências de uma infinidade de documentos, pagamento de taxas de cartório, para conseguir essas autorizações. Por exemplo: o empacotamento de carvão, paga-se 3 impostos estaduais: ex: taxa de liberação, ICMS para venda fora do estado, e selo. O único setor da economia q

Sebastiao dos Santos Silva Fernandes disse:

13/08/2014 às 09:57

O plantio de florestas deveria ter os mesmos direitos e obrigações das demais culturas. Hoje dependemos de autorização para o corte, pagando taxa de liberação, com uma tremenda dificuldades com exigências de uma infinidade de documentos, pagamento de taxas de cartório, para conseguir essas autorizações. Por exemplo: o empacotamento de carvão, paga-se 3 impostos estaduais: ex: taxa de liberação, ICMS para venda fora do estado, e selo. O único setor da economia q

Sebastiao dos Santos Silva Fernandes disse:

13/08/2014 às 09:57

O plantio de florestas deveria ter os mesmos direitos e obrigações das demais culturas. Hoje dependemos de autorização para o corte, pagando taxa de liberação, com uma tremenda dificuldades com exigências de uma infinidade de documentos, pagamento de taxas de cartório, para conseguir essas autorizações. Por exemplo: o empacotamento de carvão, paga-se 3 impostos estaduais: ex: taxa de liberação, ICMS para venda fora do estado, e selo. O único setor da economia q

Fabiana Santos Vilela disse:

12/08/2014 às 12:54

O setor de silvicultura vem sofrendo as consequências da maré ruim da economia, somado a este fato, fatores intrínsecos ao Estado fazem com que a conjuntura do setor em Minas fique pior do que outros Estados. Assim, o SEBRAE Minas iniciou o estudo sobre a avaliação da competitividade do setor florestal, e este estudo apontará não só os fatores que nos deixam menos competitivos, como também, proporá planos de ação, a serem elaborados junto com o setor produtivo e governo para que possamos, a partir de 2015, trabalhar na direção de construir um melhor futuro para a silvicultura.
Para tal, precisamos do maior número possível de respostas ao questionário, que nos servirá de balizamento de diferentes segmentos do setor florestal mineiro. Uma maior percepção da realidade constrói um melhor futuro para o setor.

Contamos com a participação de todos!

Att.,

Fabiana Vilela - SEBRAE Minas.

Antonio de Pádua Nacif disse:

04/08/2014 às 19:00

Apesar de sua vocação florestal o estado de Minas Gerais não avança no setor agroindustrial. Muitos empreendimentos deixaram de ser realizados em MG e foram instalados em outros estados, a exemplo das industrias de celulose. O estudo de IAF que o eng. florestal José Rente está realizando pretende parametrizar a posição mineira em relação aos demais estados brasileiros e mostrar os caminhos para um direcionamento das posições de governo, de empresários e de ambientalistas favorável a MG. Em 2009 a FIEMG já havia se posicionado frente a Governo Federal e ao Estadual sobre a inviabilidade declarada de empresários do setor não investirem em MG. Os fatos estão ai, à mostra, dos investimentos realizados em Goias, Mato Grosso e outros. Apoiamos esse estudo encomendado pelo SEBRAE-MG e pedimos aos conhecedores do setor que contribuam com suas opiniões e pareceres no questionário solicitado pelo José Rente no link acima citado.
Antonio Nacif - Gerente Executivo do Polo de Excelência em Florestas - SECTES - UFV

José Augusto Binda disse:

04/08/2014 às 18:12

Precisamos mudar as influências ambientalistas negativas para o setor agroflorestal no Estado de M.G.. O Aécio Neves, foi envolvido por uma parte de pessoas assim, logo ele tem sua parte de culpa, apesar de eu votar nele, e ter trabalhado na PERFIL Empreendimentos Florestais
José Augusto Binda
Engenheiro Florestal - 1979 - UFV

José Augusto Binda disse:

04/08/2014 às 18:12

Precisamos mudar as influências ambientalistas negativas para o setor agroflorestal no Estado de M.G.. O Aécio Neves, foi envolvido por uma parte de pessoas assim, logo ele tem sua parte de culpa, apesar de eu votar nele, e ter trabalhado na PERFIL Empreendimentos Florestais
José Augusto Binda
Engenheiro Florestal - 1979 - UFV

Rosenberg Carlos Lobato disse:

02/08/2014 às 10:17

COM CERTEZA TEREMOS O INDICE MAIS BAXO DO PAÍS, DEVIDO A FALTA DE INTERESSE DE PARTE DO GOVERNO, FALTA DE POLITICA PUBLICA FAVORAVEL AO EMPREENDIMENTO FLORESTAL.

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