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30/05/2014

Avaliação das propriedades mecânicas da madeira de seringueira para melhor aproveitamento comercial

Dissertação apresentada à Universidade de São Paulo - Escola Superior de Agricultura ?Luiz de Queiroz? de autoria de Henrique José Servolo Filho, relata sobre as Propriedades mecânicas da madeira de clones de seringueira (Hevea brasiliensis-RRIM600 E GT1) analisadas em duas épocas do seu ciclo fenológico anual.

Foto ilustrativa - Seringueira

        No Brasil, a madeira da Hevea obtida no final do ciclo produtivo de látex é utilizada na maioria das vezes, e por tradição, para uso como lenha, embora apresente boas características de trabalhabilidade (colagem, pregação, furação e outras). É uma madeira que pode ser curvada facilmente com o uso de vapor e pode ser tingida com facilidade, pois normalmente sua madeira serrada apresenta uma coloração que vai do branco ao creme, que tende a amarelar quando submetida à secagem.
       Neste sentido, o objetivo deste trabalho é avaliar as propriedades mecânicas da madeira de seringueira (Hevea brasiliensis), clones RRIM600 e GT1, para melhorar o aproveitamento comercial dessa madeira, que por falta de pesquisa não está no mercado brasileiro. A compreensão desse estudo contribuiu para a tecnologia de manufatura de produtos madeireiros de boa qualidade, determinados pelas propriedades mecânicas de importância na teoria das estruturas.
        Foram efetuados testes de compressão, cisalhamento e flexão estática em corpos de prova obtidos em duas épocas do desenvolvimento fenológico anual da cultura, analisando-se a influência do teor de amido da madeira da H.brasiliensis nas propriedades mencionadas acima. As árvores de Hevea foram cortadas com 26 anos de idade, depois de terem sido submetidas ao processo de extração de látex (“sangria”) desde os sete anos do plantio. Foram cortadas para o estudo completo 72 árvores, sendo metade delas antes da senescência provocada por uma desfolha artificial e metade após o refolhamento. O experimento foi conduzido em área pertencente ao Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ-USP) localizada em Piracicaba – SP (22o42'30'' S, 47o38'00'' W), à altitude de 550 m.
        Os resultados permitiram verificar que houve diferenças nas propriedades mecânicas entre as épocas fenológicas estudadas. Os clones GT1 e RRIM 600 puderam ser considerados de mesma resistência à compressão paralela e de mesma resistência à flexão estática, mas foram considerados diferentes na resistência ao cisalhamento e no módulo de elasticidade à flexão estática. Dentro das classes de perímetro do tronco estudadas os resultados foram similares para as resistências à compressão, ao cisalhamento e ao módulo de ruptura e diferentes para o módulo de elasticidade. O teor de amido na madeira caiu acentuadamente durante o refolhamento principalmente no clone GT1 e isso contribuiu para o aumento das propriedades mecânicas da época final da senescência para a época final da brotação.
 
Acesse o trabalho na integra no acervo da Biblioteca Digital Florestal clicando aqui.


Fonte: Josiane Almeida e Marina Lotti - BIC: Biblioteca Digital Florestal



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